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Cresce a procura por seguros para pessoas

O crescimento da renda do brasileiro e o conhecimento do seguro de vida ajudaram no aumento de vendas dessa modalidade. Dados da Federação Nacional de Previdência Privada (FenaPrevi), até novembro de 2013, mostram que dentro do segmento de pessoas, o seguro de vida representa 42,9%, com acúmulo de R$ 8,6 bilhões em apólices emitidas. Segundo o presidente da FenaPrevi Osvaldo Nascimento, em novembro do ano passado foram pagos R$ 621 milhões de indenizações.

O superintendente executivo da área de Vida e Previdência da Bradesco Seguros, Marcelo Rosseti, diz que o segmento de vida tem grande potencial de crescimento no Brasil, tendo em vista que somente 5% da população possui um seguro de vida. Um levantamento realizado pela Swiss Re, com consumidores da América Latina, aponta que ainda existe um mercado potencial de 90% para seguro de vida para países do continente. Isso porque a maioria das pessoas ainda não possuem a cultura da prevenção e proteção a longo prazo.

Para o executivo da Bradesco Seguros, no Brasil, o crescimento das vendas do seguro de vida está totalmente relacionados as melhores condições financeiras da população “A melhora das condições econômicas mais a redução da taxa de desemprego fez as pessoas se preocuparem com a proteção do patrimônio adquirido e também a preocupação em proteger a família, caso aconteça a ausência do responsável financeiro”, disse Rosseti.

Em 2013 a Bradesco Seguros percebeu um crescimento da carteira de vida em torno de 7%, se comparado com dados de 2012. Somente no primeiro trimestre desse ano, o valor emitido em apólices alcançou R$ 3,45 bilhões. A expectativa de Rosseti é que até o final de 2014 o seguro de vida tenha um crescimento em torno de 20%. Internamente, o crescimento do seguro de vida do grupo Bradesco está relacionado ao avanço da base de clientes do Banco. “Percebemos que entre as linhas Prime, 20% dos clientes aderem ao seguro de vida. Já no Classic – mais popular – , existe uma penetração de 7%.

A Prudential do Brasil Seguros de Vida, também percebeu um crescimento em sua carteira de vida em 2013. O aumento foi de 38% comparado com o ano anterior, atingindo o valor de R$ 497 milhões. Ao total foram comercializadas 187 mil apólices de seguro de vida individual, um aumento de 24%, em relação ao ano de 2012.

Segundo a FenaPrevi não só o seguro de vida vem conquistando o consumidor. A modalidade de acidentes pessoais se torna uma outra alternativa para quem quer uma proteção apenas para eventualidades, sem cobertura de morte. Essa é o segundo seguro em arrecadação dentro da carteira de pessoas, com R$ 3,8 bilhões. De acordo com Marcelo Rosseti da Bradesco Seguros, o seguro de acidentes pessoais o que difere ele não tem cobertura de morte em qualquer causa, esse seguro tem uma boa demanda em função do processo de colocação de oferta. “Ele não necessita de declaração de doença por parte do segurado, por isso a facilidade nas vendas, com maior adesão pela pessoa física”. O executivo disse que dentro da linha de microsseguros, a primeira proteção a ser comercializada foi o acidentes pessoais, ao custo de R$ 3,50.

Seguros populares como assistência funeral – produto que cobre despesas ocorridas com o sepultamento, em caso de falecimento do segurado – e seguro viagem, que estão dentro do segmento de pessoas também conquistaram os consumidores. Em novembro, o auxílio funeral teve uma expansão de 437,37%, movimentando R$ R$ 88,2 milhões. Para seguro viagem foram contabilizados R$ 8,3 milhões, um crescimento de 80,13% comparado com o mesmo período em 2012, segundo dados da FenaPrevi.[2]

Osvaldo Nascimento ressalta que as duas modalidades citadas estão relacionadas ao maior conforto do consumidor em caso de sinistro.

Fonte:segs.com.br

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